Ano novo. tipico texto de ano novo =P

Quando você pergunta a alguém o que essa pessoa desejou na passagem do dia 31 para o dia primeiro são sempre as mesmas coisas:
Paz, amor, dinheiro, saúde... não necessariamente nessa ordem.
Engraçado ? Será que só eu desejo festas, amigas, fofocas, amores arrasadores, cantadas inteligentes, livros fantásticos, lágrimas com filmes, monte de chocolate, boas notas na facul, não engordar, comprar monte de sapato *______*, um estágio não seria mal tb esse ano.

Hoje vendo o jornal varias pessoas apareciam dizendo que tinham desejado paz. Aí me vem a questão, é fácil dizer 'eu quero paz, eu quero isso e eu quero aquilo'.
Sendo que sinceramente você pode até desejar isso, porém o que de fato você faz para conseguir isso ?
Paz é o que todo mundo quer mas eu não vejo muita gente fazendo algo pra alcança-la não :P Quem de fato se preocupa com as pessoas que tão morrendo no Oriente médio, ou com o cara que acabou de ser assaltado ali na esquina. OU MELHOR quem ao invés de só se preocupar faz algo para que isso mude? Quem dedica parte do seu tempo a trabalho voluntário?, Quem pinta a cara e vai fazer um protesto contra a violência ?, Quem escreve uma carta para o presidente ?, Quem cobra de seus representantes medidas mais duras ?, Quem faz questão de ir a delegacia e denunciar quando sofre algum tipo de violência? Quem se informa sobre o que ta acontecendo no mundo e faz o favor de ao menos se indignar? ...
Bem, infelizmente eu muitas vezes não sou nenhum desses 'quem' e não me orgulho disso, por isso no quesito 'para 2009 quero paz' eu não vou participar, se for pra participar de algum será 'em 2009 eu vou fazer algo pra alcançar a paz' ora bola.
É fácil fazer biquinho, pose de mimada e dizer 'eu quero' - muitas vezes confesso, eu faço isso - Entretanto deve-se ver qual é a sua prioridade pra 2009, e tornar possível realiza-la. Eu sou do tipo que quando mete alguma coisa na cabeça, não descansa até conseguir, quando não to muito certa fico enrolando, levando com a barriga :X
Tenho muitos planos, desejos e vontades pra 2009 (sempre os tenho), eu sou movida a sonhos,
muitos bem malucos sem pé nem cabeça (esses são segredo :X), tenho metas corriqueiras tb como emagrecer uns quilinhos (toda mulher tem esse :P to ficando previsível) ou estudar mais, outros a longo prazo (como ter minha livraria). Mas são eles que me impulsionam e me fazem ter vontade, gás e motivação pra acordar todas as manhãs. A isso somasse também as paixões, as emoções, os amigos, a família.
Em 2008 muita coisa aconteceu, me sinto mais madura, mais velha, mais vivida.
Se fosse pra definir, 2008 seria o ano do crescimento pessoal, vivi muitas e boas e poucas e ruins
(graças a Deus) as muitas e boas me fizeram sorrir, me apaixonar, me divertir e me encantar.
As poucas e ruins, me fizeram cair, ver a maldade que o próximo é capaz de fazer, me fizeram chorar, me mostraram as minhas fraquezas, exporam minhas feridas, mas como tudo o que é ruim me fizeram CRESCER, aprendi a desenvolver um senso de auto-preservação incrível, me tiraram um pouco da inocência, mas me fortaleceram.
Eu não sou do tipo que chora o leite derramado, quando algo ruim acontece, eu caio, eu sofro, e me permito chorar o que se tem que chorar e chega! Quando a dor se esvai do meu corpo eu me levanto e nunca mais olho pro que me fez cair.
2008 foi um ótimo ano, comecei a facul, tirei boas notas, mantive amizades verdadeiras (Sandy, Dri, Ana, Amanda, Camila, Kelson, Fernando), conheci pessoas incriveis ( Lukas, Renan ),
tive amores sinceros e engraçados, comprei tudo o que queria *___________*, e pra terminar no fim do ano ainda arrumei o namorado que até então vem se mostrando perfeito até nas suas imperfeições (Pedro eu te amo :) )
Posso dizer que em 2008 eu quis, e consegui ^^
Logo pra 2009 eu não somente quero isso ou aquilo, eu quero fazer por onde, quero -por mais clichê que seja- fazer a diferença. Por que não pra 2009 querer mudar o mundo ?

O que se aprende ao se andar de ônibus.


Outro dia ao discutir com uma amiga, o que se aprende quando se tem que pegar ônibus por necessidade, e não por ocasião como ela normalmente fazia, refleti mesmo sobre o assunto. Eu queria demonstrar pra ela que realmente andar de ônibus lhe traria lições que primeiramente lhe pareceriam pequenas, mas que com o tempo lhe fariam perceber detalhes que influenciariam e muito as suas atitudes futuras e que ela deveria fazer isso ao invés de ir para a faculdade de carro com a mãe.
Eu comecei a andar de ônibus por opção, meus pais sempre foram muito cuidadosos comigo e com minha irmã, quando morava com eles meu pai ia nos deixar e buscar no colégio,por isso quando aos16 anos me mudei para outro estado a fim de me preparar melhor para o vestibular, meus pais trataram de contratar uma van, que iria me buscar em casa e me levar na porta do colégio. E eu? Bem eu simplesmente odiava a van. Todo santo dia a mesma ladainha, entrava cedo na van, sacolejava por metade da cidade pegando os outros alunos que também possuíam pais super protetores e de quebra via todo dia os mesmos rostos sonolentos e meio mimados, aquilo era o fim pra mim. E para completar, por mais que eu saísse cedo de casa quase sempre chegava em cima da hora ao colégio. Até que um dia eu, minha irmã e mais uma amiga que tínhamos feito na van nos rebelamos. Fizemos um orçamento para demonstrar para os nossos pais como seria mais barato se fossemos de ônibus para o colégio e como seria melhor em diversos aspectos, como por exemplo, chegaríamos cedo ao colégio, não teríamos que andar de um lado para o outro da cidade, e também ficaríamos longe das barbeiragens que vez ou outra o motorista fazia. Convencer os nossos pais foi uma tarefa difícil. Meus pais ficaram reticentes até por que não estariam aqui para acompanhar de perto essa nova aventura, a mãe da minha colega também não gostou muito, achava perigoso. Falamos, pedimos, suplicamos. Até que eles deixaram. Combinamos de ir juntas e assim marcamos determinado horário para chegar à parada, com o tempo decoramos os horários que o ônibus passava e sempre estávamos lá na hora certa de apanhá-lo. Q Quando alguém percebia que ia se atrasar avisava a outra para esta poder ir, afinal era extremamente egoísta deixar a pessoa ficar lhe esperando e faze-la perder o ônibus só porque você havia decidido dormir mais 5 minutinhos – que acabavam virando 15 - .
As primeiras lições eu aprendi sem perceber, afinal quem para pra pensar sobre o que se aprende a andar de ônibus? Naquela época eu só pensava no bendito vestibular. Só sei que ao andar de ônibus pela primeira vez eu me senti vitoriosa, como se tivesse acabado de vencer uma batalha. Eu havia conquistado, de certa maneira, uma independência enorme para a época. Eu havia lutado e conseguido a liberdade! Eu ia e vinha no ônibus, e nenhuma viagem era igual à outra, mesmo que o trajeto não mudasse. Todo dia eu via novos rostos e me surpreendia quando pegava dois ou três dias seguidos o ônibus e via rostos repetidos. Achava aquilo o máximo da coincidência. Pensamentos meio bobos, mas que me ocorriam. Eu olhava curiosa pra todas aquelas pessoas, imaginava para onde estariam indo, qual seriam as suas historias, seus romances, seus medos. Adorava o ‘contato’ com aquele novo mundo. Às vezes eu me pegava pensando que talvez tivesse essa imagem romantizada do andar de ônibus porque aquilo para mim era uma opção, a qualquer momento eu poderia dizer pra minha mãe que eu não estava gostando e que queria voltar pra van. Mas eu não fiz isso, não reclamei das vezes que peguei ônibus lotado, das que suei pra caramba no calor das 2 da tarde e das muitas que fui o trajeto inteiro em pé. Como eu já disse, toda aquela situação para mim era uma conquista, uma aventura. Eu havia lutado por aquilo Aos poucos eu estava saindo da redoma de vidro que meus pais sempre me colocaram, eu estava vivendo como qualquer outra pessoa, suando, me atrasando, me aborrecendo e admirando todos esses acontecimentos.
Até a recente conversa com a minha amiga isso era tudo o que eu já havia refletido sobre o ato de pegar um ônibus. Quando o telefonema ocorreu, eu já vinha pegando ônibus há dois anos e meio, já estava na faculdade e pegar ônibus, pra mim já era uma necessidade, visto que, a minha faculdade era muito distante e ir de carro era inviável. A faculdade que minha amiga iria começar a cursar também era longe, mas bem menos que a minha. Eu lhe perguntei por que iria de carro, e ela respondeu que porque a faculdade era longe e que ela não queria pegar ônibus. Eu não sei por que, mas fiquei extremamente incomodada com aquilo. Como ela poderia não querer pegar ônibus? Era verdade que eu agora pegava por necessidade, mas mesmo assim eu continuava gostando. Eu reclamava vez ou outra, mas no fundo, no fundo eu sempre gostava das minhas viagens a bordo do coletivo. Eu falei que ela deveria sim ir de ônibus, que aquilo era importante para ela, para o seu crescimento, ainda mais agora que ela estaria iniciando uma nova fase. Ela me interrogou por que diabos poderia ser tão importante para ela largar o conforto de ir de carro para pegar um ônibus. E foi ai que as palavras começaram a sair da minha boca, e pela primeira vez eu me dei conta de quanto andar de ônibus tinha me mudado e me feito aprender diversas coisas e a amadurecer em muitos aspectos.
O meu discurso filosófico sobre ‘o que se aprender ao se andar de ônibus ’ começou mais ou menos assim:
Uma das lições mais importantes é quando você percebe que o mundo realmente não irá esperar por você. Quando se vai de carro o pai ou a mãe sempre espera se você se atrasar, ou se esqueceu algo no quarto, ou até mesmo se quer comer um pouco mais no café da manhã. Ir de ônibus é totalmente o contrario, ele é implacável assim como o mundo que você irá enfrentar. Se você não estiver na parada no momento certo, você irá perdê-lo, a cadeira que você não sentou porque se atrasou irá servir para outra pessoa repousar. Afinal de contas não existem oportunidades perdidas. Pois tenha a mais plena certeza de que a oportunidade que você deixou de aproveitar alguém lá na frente aproveitará.
Você percebe o quanto as suas escolhas influenciam no seu dia, por exemplo, se eu estou cansada e quero dormir um pouco mais, eu posso fazer isso, porém sei que isso fará com que eu chegue mais tarde na parada e assim o ônibus que irei pegar estará mais lotado. Eu até ganho a regalia de dormir mais um pouco, mas por outro lado perco a de ir sentada confortavelmente em um ônibus quase que vazio e totalmente arejado. E isso lhe ensina que ganhar algo, pode significar ter que perder algo ou, no mínimo, abrir mão.
Ele sempre passa no mesmo local e mais ou menos no mesmo intervalo de tempo. Você escolhe em que condições irá toma-lo, mais cedo ou mais tarde, mais lotado ou vazio.Você percebe que possui escolhas e que cabe a você toma-las.
Você sai da monotonia, sempre os rostos são diferentes, as músicas, o ‘clima’. Você começa a aprender a lidar com as pessoas, a sua paciência aumenta – você pode até estar atrasado e querer que o ônibus vá mais rápido, mas ele tem que parar para os outros! Os outros também possuem necessidades e urgências. Você não é o centro do mundo e se queria chegar antes deveria ter saído de casa mais cedo -.Você aprende a dividir, a interagir. Nada de ficar trancado em um carro com os vidros fechados e ar condicionado, ficar protegido e seguro em um mundinho virtual e fictício. Você descobre que é flexível e até aprender a ser mais cortês. Levanta para um idoso, para uma grávida ou para uma pessoa com uma criança de colo. Uma das coisas que continuo gostando é poder observar as pessoas e suas atitudes perante determinados acontecimentos. Odeio quando algumas são frias quando entra um pedinte, mas muitas vezes me emociono também quando vejo outras dando mais do que podem para ajudar um. Sorrio sozinha e discretamente quando vejo uma paquera ocorrer no meio da multidão, ou fico constrangida ao perceber que a paquera se dirigi a mim. Gosto de ver as pessoas interagindo. Nunca me arrependi de ter começado a andar de ônibus.
Andar de ônibus me ensinou mais do que muitas aulas que tive. Mais do que muitos conselhos que ouvi. Foram ensinamentos aprendidos aos poucos, sob o sol ou debaixo da chuva, ensinamentos aprendidos com estranhos, com pessoas que não vão passar a mão na sua cabeça quando errares e nem lhe congratular pelos acertos. Mas pode se ter certeza que nada como um sorriso ou um olhar de agradecimento, como o dos idosos quando você levanta para que eles repousem. Andar de ônibus é como viajar por locais que mudam constantemente de habitantes, e cada um deles lhe influencia e tenha certeza que sorte a sua se souber aprender com eles. Espero que com isso eu consiga convencê-la a andar de ônibus. É uma viagem incrível. Em torno de si mesma, das descobertas sobre o seu caráter, o seu umbigo e a sociedade ao seu redor.

Vamos, Levanta! Vai logo! O ônibus não vai te esperar! E mundo também não...
Inicio:

Ela, morena, nem alta, nem baixa. No tamanho certo.
cabelos longos, sempre ao vento. Prende-los? Jamais.
Ela gostava de senti-los livre, serpenteando vez ou outra na sua face.
Isso dava a ela um ar meio rebelde, meio moleca.
Ela era divertida. Era bonita. Não uma beleza de revista de moda.
Mas uma beleza singular. Estava sempre sorrindo.
Seu sorriso mostrava até os molares.
Era inquieta, sempre por ai andando, cantarolando, dançando.
Mas não sabia assoviar.
Era esperta, de riso fácil, olhar meigo, nariz arrebitado e boca pequena.
Porém falava pelos cotovelos.
Estonteante, serpenteante, esvoaçante.
Era meiga, romantica até dizer chega.
Por ser mais nova era de certa forma inocente.
Gostava de viver as coisas de maneira intensa, sem se importar muito com o depois.
afinal ele poderia nem chegar.
Era Sonhadora.
Também era teimosa, ciumenta, Desastrada.
Poucas coisas a tiravam do sério.
Ela não gostava de blá blá blá.
Se queria ia lá e fazia.
Ele.. Bem ele era diferente.
Era branco, de bochechas rosadas, alto e meio gordinho.
Tinha um olhar inocente, meigo mesmo sendo mais velho e já tendo
passado as mais diversas situações.
Por ser mais velho já havia sofrido algumas quedas, machucados e arranhões.
Era sensato, observador.
Tinha um ''que'' de quem havia aprendido com o tempo.
De quem havia aprendido que as vezes é melhor esperar e ver o que acontece.
Ele era calmo, tinha um bom humor.
Era bom, honesto, tinha bons costumes, bons valores.
Bem do seu jeito era carinhoso.
Falava com calma, sabedoria, sabia que suas palavras seriam levadas a sério por ela.
Ele gostava dela, provavelmente chegaria a ama-la. Mas isso só o tempo diria.
Ele sabia que ela provavelmente já achava que o amava.
Mas ela era jovem, empolgada, sonhadora. Ele tentava balancear as coisas.
Ele queria ir com calma para não quebrar a cara e principalmente o coração.
Ela queria vê-lo o tempo todo, tinha necessidade de dizer a todo momento que gostava dele, que
estava com saudades, que queria vê-lo.
Aquela ansia que ela possuia de ama-lo cativava-o de uma maneira única.
Ele a achava perfeita mas não sabia se era aquilo que ele queria.
A relação deles possuia tantos problemas.
Havia a familia, a idade, as ocupações, os desejos, os objetivos.
Tudo as vezes parecia tão divergente.
Mas quando eles se viam, se beijavam e se encaravam todos os medos e diferenças desapareciam.
Um abraço, um cheiro, um gesto.
Os momentos entre eles eram únicos, especiais.
Ele a queria, e ela também o queria.
Um dia eles deram as mãos e resolveram ir em frente, juntos.
Deixaram os medos, anseios, problemas pra trás.
Eles se gostavam e essa era a única certeza que possuiam no momento.
E essa certeza era o bastante para seguirem em frente.
Pra juntos caminharem rumo ao ''vamos ver no que vai dar''.


Fim:

eu realmente não queria que acabasse assim.Não queria que as lembranças boas, os momentos de risos,brincadeiras, carinhos e intimidades fossem tomados pormagooas, pensamentos precipitados, falas mal interpretadase pré-conceitos.Sabe o que mais me angustia nos finai de relacionamento?Os sonhos, planos e vontades que ficaram pra trás.Que não irão se realizar.Que nunca poderão virar realidade.Acho que na verdade não tivemos tempo,e a verdade é que a culpa é minha.Eu terminei por medo, por medo de sofrer demais depois.Terminei porque infelizmente já adquiri um pouco de ''senso de preservação''. O mesmo senso que você já adquiriue que fez com que você não acreditasse mais nos meus tão prezadossonhos.Nas minhas vontades de amor pra sempre, de que pelo menos seja eternoenquanto dure, que não tenha barreiras e medos.Eu só queria um amor pleno.Amor esse que crescia alimentado pelos seus pequenos atos.Atos como me ligar no meio da madrugada só pra me dizerque se pudesse escolher uma só pessoa para estar naquelemomento me escolheria ou quando estavamos dividindoo mesmo pedaço de pizza e me chamaste de amor.E é isso que dói. Essas coisas tão boas que ficaram pra trás.Talvez isso seja parte do meu aprendizado de vida.Talvez eu tenha me precipitado e tomado a decisão errada.Talvez tenhamos cometido um grande erro.Talvez seja melhor assim.Isso só saberemos com o tempo.Eu tenho consciência que tentei ser o melhor pra ti,e gostei de você o máximo que podia, talvez mais do que devia.Desculpa se ainda sou uma menina sonhadora que quer um principeencantado em um cavalo branco.Se de certo modo isso te confortar saiba que já fostes,mesmo que por uns instantes, o meu principe.Sinto falta dos telefonemas, das birras, dos encontros, dos carinhos.A verdade é que tudo já havia ficado guardado em um local onde euevitava mexer. Mas ai vem você e desperta tudo de novo. Por um lado é bom sentir e lembrar o que vivemos.Por que pelo menos ambos concordamos que foi bom.Mas ai depois de lembrar de tudo vem aquele sentimentode perda. Aquilo que tanto me angustia nos fins de relacionamento.Não gosto de pensar que não vamos morar juntos daqui a três anosou que nunca iremos dividir a mesma cama, assistir o nascer do soljuntos ou até mesmo viajar para algum lugar tranquilo.E pensar que já escrevi para nós um lindo textoe agora escrevo esse cheio de melancolia, tristeza...
*Obs: Minha primeira crônica =x Escrevi quando tinha 14 anos o/

OS OPOSTOS SE ATRAEM
Você ama aquela convencida. Você fez declarações que ela rejeitou, surpresas que ela não ligou e mandou cartas e e-mails que ela não respondeu!
Você gosta de rock e heavy metal, ela pop, dance e MPB. Você gostad e sol e mar e pra ela nada melhor que frio e chocolate quente.
Você é baladeiro, gosta de sair e dançar e ela adora ficar e casa lendo, vendo filmes e comendo pipoca.
Então, afinal de contas, o que você viu nela ???
Você não sabe dizer ao certo se foi o modo como ela sorri ou o jeito inebriante que ela anda e sacode os cabelos.
Você adora brigar com ela e ela ama lhe aborrecer.
Isso tem nome.
Você ama aquele desleixado! Ele diz que vai ligar mais não liga, ele sempre chega atrasado, se veste com bermudões e camisetas e acha ''sexy'' deixar a cueca aparecendo.
Ela é fã de gun's roses e nirvana ( você se pergunta: como alguém tem esse gosto musical? ). Ele cabula aula, é meio galinha e faz o tipo Dom Juan.
ele tem mais jeito de sapo do que de principe.
E mesmo assim você não pára de pensar nele, fica nervosa quando ele tá perto e conta as horas para lhe ver. Quando ele chega perto você sua e gagueja.
Ele toca guitarra, tem muitos e até que não é feio.
Porquê você ama esse cara ?!
Não me pergunte!
Você é inteligente, criativa e de boa familia. Você lê livros, revistas Veja e Época ( enquanto ele só lê gibis e histórias em quadrinhos ). Você gostad e comérdia românticas ( ele terror e ação ).
Você, independente, divertida e segura. Você até joga vôley e handeball, agora detalhe, ele joga magic, baralho e dominó.
Mais afinal, porque você gosta dele?
Apesar de teimosa, você admite que ele tenta lhe agradar e faz de tudo para não errar. Ele é tão ... fofo!
Mais mesmo assim você acha vocês tão diferentes.
Ah o amor... um sentimento tão imprevisivel!
Porque o amor não é uma simples conta de somar:
Eu = linda, romântica e inteligente + Você = educado, bonito e fiel = FELIZES PARA SEMPRE!
As pessoas não se apixonam pelas qualidades e sim pela química, a vontade de ficar junto!
Se fosse pelas qualidades não haveriam honestos, bonitos e educados solteiros!
Existem milhares de educados, bonitos e inteligentes. Mais sabe Deus porque ninguém é igual aquele desleixado que é o amor da sua vida, ou aquela convencida que mexe tanto com você.
O dia perfeito.

Gostaria de todos os dias acordar e me sentir leve.
sem cansaço dos dias anteriores, sem olheiras ou rosto inchado.
Gostaria de me olhar no espelho e não ver marcas, espinhas, expressões passadas.
Queria uma pele limpa, de porcelana.
Um rosto saudável. Com maçãs coradas, olhos brilhantes e boca convidativa.
Escolher qualquer roupa e ficar magnificamente bem com ela.
Sair de forma tranqüila, sem pressa. Como se ao fundo tocasse alguma música romântica.
Os lugares que passaria até o trabalho seriam verdes, rosas, alaranjados, com nuances de azul claro.
Uma aurora celestial.
Aliás, por que eu estaria indo ao trabalho?
Não, nesse dia tiraria folga. Iria andar descalça em algum parque.
Sentir a grama encostar em meus pés, e a areia roçar por entre os meus dedos.
Veria as crianças brincarem no parque e soltar as suas gostosas gargalhadas infantis.
Gargalhadas. Tão inocentes e puras.
E ao reparar os pássaros no ninho em cima de uma árvore sentiria uma sensação maravilhosa.
Uma gota da água cairia sobre meu ombro. E depois outra em meu pescoço e mais outra e outra.
E quando percebesse eu já estaria sendo lavada por uma porção de gotas.
Que serelepes brincariam e ''correriam'' pelo meu corpo.
Se escondendo por entre os meus cabelos e indo encharcar cada pedaço de meu ser.
Sentiria cada sensação provocada pelas milhares de moléculas que brincavam feito
molecas em meu corpo.
Me sentiria limpa, leve, sem preocupações, medos ou anseios.
E ai a chuva cessaria.
Eu começaria a andar.
Rumo ao mar.
Andaria por ruas desconhecidas, por paisagens diversas.
Ainda estaria descalça.
E assim iria sentir a textura, as marcas e ranhuras de cada lugar.
Olharia para as casas, para as pessoas e tentaria adivinhar suas histórias.
Seus romances, desejos e segredos.
Nada de medos, erros ou anseios.
Somente coisas boas.
Enquanto andava sentiria a leve brisa bater sobre meu corpo e
tamborilar atrás das ''molecas'' de água. Fazendo-as evaporar.
Ao chegar a beira mar já estaria seca.
Sentaria.
E novamente entraria em contato com a areia.
Não me importando com o fato de ela estar pregando na minha roupa.
Sentaria e olharia para o mar.
E como um telespectador ímpar assistiria ao por do sol.
Veria e linha tênue que separa a grande bola dourada do grande mundo azul.
Admiraria as milhões de cores que se formam com o fictício encontro do sol com o mar.
Do fogo com a água.
E quando esse encontro finalmente acabasse, eu levantaria.
E calmamente me sacudiria para me tirar do transe perfeito do magnífico encontro natural que acabará de presenciar.
Iria andando devagar cantarolando alguma cantiga antiga e fazendo com os dedos um cacho em meu cabelo.
Eu iria devagar, despreocupada, feliz.
Ao chegar perto de casa não entraria direto iria atravessar a rua até o playground do outro lado.
Sentaria no balanço e assim como na infância me balançaria.
Lembraria das brincadeiras, sonhos, doces e traquinagens da minha infância.
Por fim olharia para o céu e admiraria o grande veludo salpicado de estrelas.
Ah! As estrelas...
Tão magníficas, tão distantes, tão oponentes e até solitárias.
Mas antes da melancolia me abater eu levantaria.
Chegaria em casa. Subiria pela escada.
e assim sentiria toda a dinâmica do meu corpo, ouviria minha respiração.
Sentiria minha transpiração e chegaria feliz ao final do percurso.
Abriria a porta e ficaria radiante ao rever tantas coisas conhecidas.
comeria algo bem devagar, sentiria o gosto nas minhas papilas,
o doce, o amargo, o ácido, o salgado.
Experimentaria sabores fortes mas terminaria por algo doce e frio.
Trocaria de roupa. Colocaria uma bem leve, esvoaçante, serpenteante, estonteante.
E iria repousar.
Antes agradeceria a papai do céu por ser quem sou, e por aprender algo a cada dia.
Agradecerias pelas pessoas que amo e que me amam. E pelo belo dia que me deu.
Dia esse que não envolveu dinheiro, nem ambição, nem poder, nem popularidade, nem marcas famosas, nem egoísmo, nem nada globalizado, tecnológico ou capitalista.
Meu dia bucólico, natural, intenso, refrescante, revigorante e perfeito só envolveu paisagens,
pensamentos e sensações.

*Obs: TODOS OS TEXTOS POSTADOS NESSE BLOG SÃO DE MINHA AUTORIA. ENTÃO NEM PENSE EM SE APROPRIAR DELES! (LUANA PINA WANDERLEY)
**Obs: Sobre o texto do post anterior. SIM ELE PODE SER MUITO PIEGAS E CLICHÊ mas acredite reze para que você viva um amor assim. Azar daquele que nunca viveu um amor piegas.

=D
.O MAIOR AMOR do mundo. *-*

Lembro de você quando ouço a nossa música.
Na verdade lembro de você ao ouvir qualquer música romântica.
Lembro de você quando vejo um casal apaixonado na rua ou na tv.
Penso em você quando me perguntam se já amei alguém.
Penso em você quando estou no ônibus indo ou vindo da faculdade.
e também penso em você antes de dormir.
Lembro de você quando vejo alguém fazendo careta.
E quando alguém me abraça lembro-me dos seus braços e
da maneira perfeita como eles me protegiam quando me abraçavas.
Quando falo de futuro só consigo projetá-lo pensando em eu e você juntos.
Nos finais de semana e tardes ociosas as lembranças perfeitas me invadem
de uma tal maneira que chega até a doer.
Lembro de você quando como um simples bombom de chocolate.
Penso em você quando visto uma roupa e me acho bonita,
fico até um pouco triste afinal é inevitável não pensar:
''Queria tanto que ele me visse assim''.
Penso em você quando distraidamente andando pela rua alguém passa por mim e tem o mesmo perfume que seu.
Quando ouço o celular tocando corro pra ver se é você ligando ou alguma mensagem sua.
Me alegro quando me escreves coisas bonitas e quando falas que a saudade é grande.
Fico feliz quando demonstras ciúmes ou zelo.
Até hoje estremeço quando ouço sua voz.
Aliás, não há que eu deseje mais ouvir novamente do que você dizendo ''eu te amo''.
Isso me faz tão bem.
Por falar nisso Obrigado por nunca me ter machucado.
Engraçado você é o primeiro que nunca me decepcionou,
Na verdade todas as vezes que algo aconteceu e que você podia me machucar você acabou
por me surpreender.
Nunca vou esquecer aquela tarde em que olhando pra você
meio que timidamente escapuliu da minha boca um ''eu te amo''.
E acredite ele foi tão espontâneo, tão sincero.
E mais perfeito ainda foi quando você me olhou nos olhos um dia depois e disse também ''Eu te amo''.
É tão ruim acordar todos os dias e saber que você não vai estar aqui.
É tão ruim me arrumar, sair e saber que por mais que te procure você não vai ta aqui.
É tão ruim não poder lhe ligar sempre que quero.
Queria tanto te abraçar forte e me senti protegida. E se o mundo parasse nesse momento eu juro que não me importaria.
Você já percebeu que a nossa história é totalmente diferente de qualquer outra?
Nos conhecemos por acaso, uma peça que o destino nos pregou.
Começamos já sabendo quando ia terminar.
E acho que por isso mesmo nos jogamos de cabeça.
Vivemos cada momentos, aproveitamos cada segundo.
Nos apaixonamos e nunca nos magoamos.
Nosso amor é tão perfeito.
Não existem lascas, arranhados, emendas.
Apenas lembranças boas, sentimentos sinceros.
Se estamos separados não é por nenhuma briga.
Depois de você cresci.
Hoje sei o que é se sentir impotente por não poder mudar algo.
Hoje sei o que é realmente sentir falta.
Hoje sei o que é estar no meio de uma multidão e
mesmo assim me sentir só, por que a única pessoa que me completa
não está aqui.
Eu sou alguém que quer ler todos os livros já escritos, dançar todas as música já compostas e ver todos os filmes já produzidos. Eu quero me apaixonar perdidamente, completamente e frequentemente. Eu me surpreendo comigo mesma e como não sou parfeita, às vezes, me decepciono também. Eu sou uma amiga pra todas as horas, pode contar comigo sempre e isso eu garanto! Eu sou alguém que ama viver e que, sinceramente tem medo de morrer. Eu amo sorrir e fazer com que os outros sorriam, mas as vezes sem que eu possa segurar, as lágrimas nascem. Eu me orgulho de dizer que tenho MUITOS AMIGOS, mas amigos mesmo!Amigos que eu amo e que eu sei que me amam! Eu sou alguém que adora respirar mas que sabe que o melhor da vida são os momentos em que se perde o folêgo! Eu sei que posso estar sendo egocentrista, mas quem melhor do que EU MeSMA pra me descrever? Eu sei que sou preguiçosa, como já disse não sou perfeita! Eu gosto de aventuras, de fazer coisas que os outros tem medo, eu gosto de surpreender. Porém não pense que eu não possuo medos; eu garanto que tenho, e um monte. Só que prefiro guarda-los em um cantinho bem escondido e tento esquece-los e sempre que posso, supera-los. Eu tenho uma familia magnifica! Que me apóia, me atura e principalmente, me ama. Eu acredito em Deus! E também nos pequenos milagres que acontecem todos os dias! Eu sou alguém muito vaidosa! Mas não deixo que isso atrapalhe em quem eu realmente sou. Eu não me importo de não ser uma princesa, mas faço questão ( e não abro mão) de ter um pricipe! Eu já aprendi que a felicidaderealmente está contida nas pequenas coisas, naqueles fatos que acontecem no dia-a-dia e que nos acrescentam muito mais do que imaginamos e que esse acrescentar nos faz crescer e assim melhorar. Eu erro! Eu aprendo! Eu sou curiosa e sabe o que eu mais gosto? Eu gosto de conhecer pessoas! Elas nunca são iguais,sempre pensam diferente, agem ao seu modo e me ensinam muito. Cada pessoa que eu conheci me trouxe uma lição e cada uma é importante e inesquecivel para mim, porque mesmo sem que elas percebem, elas fazem parte de mim. Eu prefiro me arrepender pelo que eu fiz, do que pelo que eu não fiz! Porque assim pelo menos eu não fico pensando "E se eu tivesse.." Eu infelizmente, de vez em quando, tenho medo de expressar o que eu sinto, mas é que, a vergonha vem e toma conta de mim! Logo de mim "a menina mais tagarela do mundo"! Eu não sou santa, porém possuo uma certa inocência e muito mais que isso, eu acredito nas pessoas. Acredito que elas possam mudar e mais, eu acredito qu EU posso mudar e que juntas podemos mudar o mundo! Eu queria ser inesquecivel, mas como sei que isso é dificil, ao menos tento ser especial para as pessoas que conheço e gostaria muito de ensina-las algo. Eu posso dizer que sou o que quero ser! E não o que os outros gostariam que eu fosse! Eu escrevendo isso descobri que é meio dificil falar de si mesmo e que é uma tarefa que não tem fim, visto que, a cada dia um novo eu se acrescenta na nossa vida, pois a cada dia nós crescemos mais e mais. Afinal o importante é avançar e nunca retroceder!